São coisas para nunca ter
É como amar o vento
Sentir mas nunca o ver
É como amar a água
Banhar-se mas nunca a conter
É como ver um oasis
Sua imagem e salvação
E mesmo assim de sede morrer
É como abrir os olhos na escuridão
É como escutar o silêncio
É somente existir e não viver
É entender que o ganhar nunca passou de um perder
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