É uma casa abandonada em cima da colina
É o nada que sobra quando o tudo se foi
É a sombra que circula num contínuo vagar
É som que não se propaga mais
É o brinquedo velho, quebrado, abandonado
É a infância que se tornou sépia
É o segredo que ninguém sabe onde deixou
É a chave que não abre mais nenhuma porta
É a tinta da parede que descascou
É a erva daninha que tomou o quintal
É a fonte que enverdeceu
É o ressoar dos antigos sorrisos
É só o sonho que não aconteceu...
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